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Blummy

Terapia Ocupacional

Uma anamnese que começa pelo dia a dia.

Vinte seções guiam a primeira conversa, com a família ou com a própria pessoa: perfil ocupacional, atividades de vida diária, brincar, escola, relato sensorial e regulação no cotidiano. Só aparece o que faz sentido para a idade e para as respostas, e as prioridades da família ficam à mão quando você monta o plano. Experimente com o Theo, 6 anos, um caso fictício.

A demonstração roda aqui mesmo, sem cadastro e com um caso fictício.
Mãos de uma terapeuta e de uma criança enfiando contas de madeira num cordão, ao lado de areia cinética e de uma bola de crochê.

Disponível hoje

Terapia Ocupacional

seções na anamnese guiada, do motivo do atendimento às prioridades da família
20
perguntas, das quais 11 são essenciais; as outras são recomendadas ou opcionais
86
matrizes: AVDs com 7 atividades, AIVDs com 9 e relato sensorial com 10 estímulos
3
blocos que só abrem na idade certa: gestação, desenvolvimento e escola; AIVDs e trabalho
5

Referências de registro

  • Prontuário da T.O.: Res. COFFITO 415/2012
  • Guarda do prontuário: o que a COFFITO e a lei dizem

O que muda para a sua prática

Terapia Ocupacional, com o que a sua área realmente pergunta.

  • Perfil ocupacional: o que a pessoa faz e o que evita

    Cinco perguntas abrem o bloco: o que faz parte do dia a dia, o que importa mais, onde está a maior dificuldade, o que a pessoa faz com facilidade e o que gostaria de fazer e hoje evita. As áreas já vêm como opções: autocuidado, escola, brincar, lazer, participação social, descanso e sono, tarefas domésticas, mobilidade na comunidade e trabalho.

  • AVDs numa matriz, com o relato como relato

    Alimentação, vestir-se, higiene pessoal, banho, uso do banheiro, mobilidade funcional e organização de pertences, cada uma de “Independente” a “Não realiza”, com “Não se aplica” quando não cabe. O próprio modelo avisa que é relato funcional, não conclusão clínica. Para adultos entram as atividades instrumentais (AIVDs, nove ao todo) e o bloco de trabalho. O modelo lembra que independência total não é necessariamente a meta da pessoa.

  • Brincar, escola e motricidade em situações reais

    Brincar e lazer registram preferências, como a criança participa e como é a participação social. A seção de escola, com etapa, período, apoio ou acompanhante, dificuldades, facilidades e adaptações, só abre para criança e adolescente. Motricidade e praxia entram como relato de situações concretas: escrita e desenho, recortar, botões e cadarço, talheres, correr e pular. Cada seção da entrevista aceita anexos próprios, como um documento da escola na seção de escola.

  • O sensorial entra como relato, não como avaliação

    Uma matriz com dez estímulos registra o que a família percebe: sons, luz, toque, roupas, texturas, alimentos, movimento, cheiros, temperatura e ambientes movimentados. As respostas vão de “Não percebido” a “Frequentemente relatado”, e o modelo pergunta quais atividades isso afeta. O texto diz que é histórico relatado, que não é avaliação sensorial e que não gera conclusões. A regulação no cotidiano acrescenta mudanças inesperadas, interrupções e o que ajuda a se reorganizar.

  • Barreiras, facilitadores e tecnologia assistiva

    A seção de ambiente pergunta o que dificulta a participação em casa, na escola, no trabalho e na comunidade. Pergunta também o que facilita e se a pessoa usa tecnologia assistiva ou adaptações. Para adolescentes e adultos, pergunta como ela se desloca na comunidade.

Experimente aqui

A anamnese que pergunta o que você perguntaria.

Responda como a mãe do Theo responderia. As perguntas aparecem e somem conforme a idade e as respostas, e no fim você vê o resumo.

Caso fictício: Theo Nascimento, 6 anos. Nada do que você faz aqui sai do navegador.

Abrindo a demonstração…

Normas da profissão

O que a sua profissão pede do registro.

Quando uma frase se apoia numa norma, a fonte está ao lado. Nenhum conselho certificou ou aprovou a Blummy, e as normas valem para você, que responde pelo próprio registro.

  • Prontuário da T.O.: Res. COFFITO 415/2012

    A resolução torna obrigatório o registro em prontuário. O conteúdo mínimo inclui identificação do paciente, história clínica, exame clínico, educacional e social, exames complementares, diagnóstico e prognóstico terapêutico ocupacional, plano terapêutico ocupacional, evolução a cada atendimento e identificação do profissional (art. 1º, § 1º). O registro pode ser manuscrito ou eletrônico; no eletrônico, o terapeuta informa o nome completo e o número do CREFITO logo depois de registrar (art. 2º). Atender à norma é responsabilidade da profissional, e nenhum conselho certificou ou aprovou a Blummy.

    Resolução COFFITO nº 415/2012, de 19 de maio de 2012 · conferido em 12/10/2026

  • Guarda do prontuário: o que a COFFITO e a lei dizem

    A guarda cabe ao terapeuta ou à instituição e dura no mínimo cinco anos a contar do último registro, podendo ser ampliada (Res. COFFITO 415/2012, art. 6º). A Lei 13.787/2018 permite eliminar o prontuário depois de 20 anos do último registro (art. 6º). Confirme com o seu CREFITO qual prazo vale no seu caso. Na Blummy, o registro finalizado não se edita nem se apaga no uso do dia a dia: a correção entra como adendo, com data e autor. A Blummy não define prazo de guarda por profissão.

    Resolução COFFITO nº 415/2012, art. 6º · conferido em 12/10/2026

O que ainda não existe para esta área

  • Não traz instrumentos padronizados da área, com itens, escores ou protocolos. As escalas do plano são suas, e o app as mostra como internas, não validadas.
  • A evolução e a avaliação usam modelos gerais, de texto livre. Ainda não há modelo de evolução nem de avaliação próprio da Terapia Ocupacional.
  • Não envia relatório, orientação nem atividade à família, à escola ou ao médico: o PDF é seu para revisar, assinar e entregar.
  • Não tem biblioteca pronta de atividades: as atividades e os modelos são os que você cria.

Dúvidas

Perguntas de quem atende em terapia ocupacional

Ver todas as perguntas
A anamnese serve para adultos ou só para crianças?

Serve para as duas. Antes de começar, a Blummy pergunta quem vai responder e usa a idade para escolher o roteiro: infantil, adolescente, adulto ou pessoa idosa. Gestação, desenvolvimento e escola abrem para criança e adolescente; AIVDs e trabalho, para adultos. Você liga ou desliga os blocos opcionais à mão, e as respostas de um bloco desligado ficam guardadas.

Preciso responder as 86 perguntas?

Não. Só 11 são marcadas como essenciais, e várias nem aparecem para o caso. No fim, a revisão lista o que ficou em aberto, e você pode finalizar com as pendências registradas. Tudo é salvo sozinho enquanto você responde, e a entrevista retoma de onde parou.

A Blummy avalia o perfil sensorial ou o desempenho da criança?

Não. As seções de sensorial, motricidade e AVDs registram o que a família ou a própria pessoa relata, e o modelo diz isso na tela. Nenhuma regra da anamnese produz diagnóstico, escore ou conclusão; a seção de diagnósticos guarda só o que já foi informado, com a fonte. A avaliação continua sendo sua, no modelo livre de texto.

Como a prioridade da família vira objetivo?

A última seção da anamnese registra até três prioridades da família, como prioridade relatada. No plano terapêutico, elas aparecem como ponto de partida, não como objetivo: você escolhe o que vira objetivo, define como medir, e a origem fica registrada. Nada nasce sozinho. O plano acompanha o objetivo de sete formas, ou sem medição estruturada, inclusive com uma escala de níveis criada por você, como “nível de assistência”; essa escala é interna, não um instrumento validado. As atividades registradas na sessão só levam o resultado para o objetivo com a sua confirmação.

A família pode responder antes da primeira sessão?

Pode. Em Pacientes, você cria um link com prazo de validade (3, 7, 14 ou 30 dias) para cadastro e pré-anamnese, com as perguntas do modelo da sua área. A pessoa responde, pode salvar e continuar depois, e o que chega fica separado do prontuário: você compara e marca o que quer incorporar. O formulário mostra todas as perguntas do modelo, sem as regras da entrevista que escondem o que não se aplica. A Blummy não envia o link; você o compartilha pelo meio que preferir.

O que a Resolução COFFITO 415/2012 pede do prontuário, e onde isso fica na Blummy?

A norma lista o que o prontuário tem de conter, no mínimo. Cada parte tem lugar na Blummy: identificação (cadastro), história clínica (anamnese guiada), exames complementares (documentos), plano terapêutico, evolução a cada atendimento (uma por sessão realizada) e identificação do profissional (autor e data em cada registro; nome e número do conselho nos relatórios). O exame clínico, educacional e social e o diagnóstico e prognóstico terapêutico ocupacional são texto seu, na avaliação livre. Cumprir a norma é da profissional: nenhum conselho certificou ou aprovou a Blummy.

A Inteligência conhece a Terapia Ocupacional?

A Inteligência é opcional: vem desligada, e quem administra o espaço a liga. Ligada, o rascunho usa a terminologia da área, como desempenho ocupacional, atividades de vida diária, participação e contextos, sem acrescentar o que não está nos seus registros. Cada afirmação sobre o paciente aponta a fonte no seu prontuário, e o que vem sem fonte é sinalizado. O nome da criança vira “[paciente]” antes de ir ao modelo, e quem aceita e finaliza é você. Ela não diagnostica nem indica conduta.

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