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Blummy

Fonoaudiologia

A anamnese que se monta pelas áreas do caso.

Você marca as áreas do caso (linguagem, fala, fluência, voz, audição, alimentação e outras). A Blummy abre só os blocos de história que elas pedem, entre as 21 seções do modelo, e nenhuma resposta vira diagnóstico. Experimente com a Lia, 4 anos, um caso fictício.

A demonstração roda aqui mesmo, sem cadastro e com um caso fictício.
Mesa com cartões ilustrados, um espelho de mão, um livro infantil, um brinquedo de bolhas e um coelho de pelúcia.

Disponível hoje

Fonoaudiologia

seções na anamnese guiada, das áreas relacionadas às prioridades da família
21
perguntas, das quais 14 são essenciais; as outras são recomendadas ou opcionais
102
áreas para marcar no começo da entrevista, mais “Outra” e “Ainda não definido”
12
blocos de história que abrem conforme as áreas marcadas, e que você liga ou desliga à mão
10

Referências de registro

  • Prontuário em papel ou eletrônico: Res. CFFa 777/2025
  • Validade do prontuário eletrônico (art. 6º)
  • Guarda do prontuário (arts. 7º, 8º e 17)
  • Documentos que você entrega: Res. CFFa 645/2021

O que muda para a sua prática

Fonoaudiologia, com o que a sua área realmente pergunta.

  • As áreas definem o que aparece

    “Áreas relacionadas” vem no começo da entrevista. As opções são comunicação, linguagem, fala e pronúncia, fluência, voz, audição, alimentação e deglutição, respiração e funções orofaciais, mastigação, leitura, escrita e aprendizagem, comunicação social e comunicação suplementar e alternativa. Cada escolha abre os blocos que ela pede. O modelo avisa: não é diagnóstico, só define quais blocos de história aparecem.

  • Linguagem e fala, com os marcos da criança

    Em comunicação e linguagem, a pergunta central é como a pessoa se comunica hoje: fala, gestos, expressões, apontar, escrita, recursos visuais, comunicação alternativa. Para crianças até 11 anos, o modelo pergunta quando começou o balbucio, as primeiras palavras e as primeiras frases, com espaço para “não sei”. Em fala e pronúncia, registra quais sons ou palavras são difíceis de produzir, quem percebeu primeiro e se outras pessoas compreendem a fala.

  • Fluência, voz e audição, para qualquer idade

    Fluência registra repetições, prolongamentos, bloqueios e esforço, a idade de início, as situações em que mais aparecem e o impacto relatado na comunicação. Voz pergunta a principal mudança, a variação ao longo do dia, o uso profissional da voz, os hábitos, o acompanhamento otorrinolaringológico e os exames. Audição guarda o que já se sabe: otites, cirurgia otológica, zumbido, aparelho e audiometrias anteriores. Cada seção da entrevista aceita anexos próprios, como a audiometria na seção de audição.

  • Alimentação e deglutição, com sinais para revisão

    O bloco registra as consistências aceitas e o que a família percebe, de refeições longas e repertório restrito a uso de sonda. Quatro sinais ficam marcados como “informação importante para revisão profissional”: tosse durante ou depois de comer, engasgos, perda de peso relatada e pneumonias ou complicações respiratórias. A marca não é diagnóstico nem classifica risco. Respiração e funções orofaciais entram como relato da família ou do paciente.

  • Comunicação social e comunicação alternativa

    Uma matriz de sete comportamentos registra a frequência relatada: iniciar interações, responder quando chamado, manter a troca, pedir ajuda, compartilhar interesses, adaptar a comunicação ao contexto e participar de conversas. O bloco de comunicação suplementar e alternativa guarda os recursos que a pessoa usa (gestos convencionais, figuras, pranchas, símbolos, aplicativo, dispositivo dedicado), quem os introduziu, onde e com que frequência. Ele abre também quando você marca “comunicação alternativa” em como a pessoa se comunica.

Experimente aqui

A anamnese por área, do jeito da fonoaudiologia.

Responda como o pai da Lia responderia. Os blocos mudam conforme a área da queixa, e no fim você vê o resumo.

Caso fictício: Lia Martins, 4 anos. Nada do que você faz aqui sai do navegador.

Abrindo a demonstração…

Normas da profissão

O que a sua profissão pede do registro.

Quando uma frase se apoia numa norma, a fonte está ao lado. Nenhum conselho certificou ou aprovou a Blummy, e as normas valem para você, que responde pelo próprio registro.

  • Prontuário em papel ou eletrônico: Res. CFFa 777/2025

    A resolução de 8 de abril de 2025 aceita o registro em meio físico ou eletrônico (art. 2º) e revogou as resoluções 579/2020, 649/2022, 651/2022 e 671/2022 (art. 19). Na abertura do prontuário, pede entre outros itens o termo de consentimento para dados pessoais sensíveis, quando se aplicar (art. 12, e). O primeiro registro inclui os dados da anamnese (art. 13). A fonoaudióloga não delega as suas anotações a outro profissional (art. 3º).

    Resolução CFFa nº 777/2025, de 8 de abril de 2025 · conferido em 12/10/2026

  • Validade do prontuário eletrônico (art. 6º)

    Prontuários e documentos eletrônicos subscritos por fonoaudiólogos são válidos para todos os fins quando assinados com assinatura eletrônica avançada ou qualificada. Em consultório, a fonoaudióloga responde pela certificação digital (art. 10). Finalizar na Blummy preserva o registro, com autoria e data, mas não é assinatura eletrônica. Por isso a Blummy não diz que o registro dispensa o papel.

    Resolução CFFa nº 777/2025, arts. 6º e 10 · conferido em 12/10/2026

  • Guarda do prontuário (arts. 7º, 8º e 17)

    O prontuário eletrônico tem guarda permanente, com eliminação possível 20 anos depois do último registro. O físico fica no mínimo 20 anos, salvo se arquivado eletronicamente (art. 8º). O papel só pode ser eliminado com sistema informatizado que atenda às normas vigentes (art. 17). A guarda é da fonoaudióloga, em local que impeça o acesso de quem não é autorizado (art. 7º). A Blummy não define prazo de guarda: o prazo é seu.

    Resolução CFFa nº 777/2025, arts. 7º, 8º e 17 · conferido em 12/10/2026

  • Documentos que você entrega: Res. CFFa 645/2021

    Em papel, o documento leva a assinatura da fonoaudióloga com carimbo e número do CRFa (art. 9º). Em meio eletrônico, documentos como rastreios, exames, conclusões diagnósticas e laudos de avaliação valem com assinatura ICP-Brasil ou com dados associados à assinatura que tornem detectável qualquer modificação posterior (art. 10). O PDF do relatório sai da Blummy para você revisar, assinar do jeito que a norma pede e entregar.

    Resolução CFFa nº 645/2021, de 11 de dezembro de 2021 · conferido em 12/10/2026

O que ainda não existe para esta área

  • Não assina: finalizar preserva o registro, com autoria e data, mas não é assinatura eletrônica avançada nem qualificada.
  • Não registra o consentimento da família: o termo para dados sensíveis (art. 12, e) entra como documento anexado, sem aceite por finalidade nem revogação.
  • Não substitui a avaliação nem classifica: o que é relatado sobre voz, audição, fluência e deglutição é história, e os sinais marcados para revisão não viram conclusão.
  • A evolução e a avaliação usam modelos gerais, de texto livre. Ainda não há modelo de evolução próprio da Fonoaudiologia, nem protocolos de avaliação ou escores.
  • Não envia relatório, orientação nem atividade à família, à escola ou ao médico, e não traz pranchas ou símbolos: a comunicação alternativa é registrada, não montada no app.

Dúvidas

Perguntas de quem atende em fonoaudiologia

Ver todas as perguntas
Se eu registrar tudo na Blummy, posso dispensar o papel?

A Blummy não afirma isso. A Res. CFFa 777/2025 dá validade para todos os fins ao prontuário eletrônico assinado com assinatura eletrônica avançada ou qualificada (art. 6º). E só admite eliminar o papel com sistema informatizado que atenda às normas vigentes (art. 17). Hoje, finalizar na Blummy preserva o registro, com autoria e data, e a correção entra como adendo, mas não é assinatura eletrônica. Enquanto você não tiver a assinatura que a norma pede, mantenha a via que ela exige e confirme o seu caso com o CRFa.

A anamnese serve para adolescentes e adultos?

Serve. As perguntas de marcos de linguagem (balbucio, primeiras palavras e primeiras frases) só aparecem para crianças até 11 anos. Voz, audição, fluência, alimentação e deglutição valem para qualquer idade, e a seção de voz pergunta se a pessoa usa a voz profissionalmente e qual é a demanda vocal. Gestação e desenvolvimento abrem para criança e adolescente, e você liga ou desliga os blocos à mão.

Preciso responder as 102 perguntas?

Não. Só 14 são marcadas como essenciais, e as áreas que você não marca nem aparecem. No fim, a revisão lista o que ficou em aberto, e você pode finalizar com as pendências registradas. Tudo é salvo sozinho enquanto você responde, e a entrevista retoma de onde parou.

O que a Blummy faz com sinais como engasgos e tosse ao comer?

Marca a resposta como “informação importante para revisão profissional” e a mostra na revisão da anamnese. São quatro sinais: tosse durante ou depois de comer, engasgos, perda de peso relatada e pneumonias ou complicações respiratórias. A marca não é diagnóstico nem classificação de risco: avaliar e conduzir é seu. O mesmo vale para a perda de habilidades de comunicação já adquiridas.

Como fica o termo de consentimento da LGPD que a norma cita?

A Res. CFFa 777/2025 pede o termo de consentimento para dados pessoais sensíveis na abertura do prontuário, quando se aplicar (art. 12, e). Hoje, a Blummy guarda o termo como documento do paciente, no tipo “Documento de consentimento”. Ela ainda não coleta o aceite da família por finalidade nem registra revogação: isso fica com você, fora do app. Avaliar se a exigência se aplica ao seu caso também é da profissional.

A família pode responder antes da primeira sessão?

Pode. Em Pacientes, você cria um link com prazo de validade (3, 7, 14 ou 30 dias) para cadastro e pré-anamnese, com as perguntas do modelo da sua área. A pessoa responde, pode salvar e continuar depois, e o que chega fica separado do prontuário: você compara e marca o que quer incorporar. O formulário mostra todas as perguntas do modelo, sem as regras da entrevista que escondem o que não se aplica. A Blummy não envia o link; você o compartilha pelo meio que preferir.

A Inteligência conhece a Fonoaudiologia?

A Inteligência é opcional: vem desligada, e quem administra o espaço a liga. Ligada, o rascunho usa a terminologia da área, como linguagem, fala, voz, fluência, audição, motricidade orofacial e deglutição, sem acrescentar o que não está nos seus registros. Cada afirmação sobre o paciente aponta a fonte no seu prontuário, e o que vem sem fonte é sinalizado. O nome da criança vira “[paciente]” antes de ir ao modelo, e quem aceita, registra e finaliza é você. Ela não diagnostica nem indica conduta.

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